quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Não tardes


eu...que ontem me disse poeta....hoje percebo a imbecilidade de meus poemas...
a fragilidade que eu admirava era dura feito a pedra 
pedra que água mole bate bate e jamais fura...que poesia nenhuma em declamações sutis e admiradas pode mover...
mas sei que te amo e amo na mais pura verdade...dentro da eternidade de nossos versos e de nossos amores...


eu que ontem me julguei amante...hoje vejo a frieza que habitou meu coração e que nao soube lhe dar valor...
amada minha...que vem e passa...que um dia volte....
não demores....imploro-lhe que não tardes....que meus braços estão quente, meus renovos estão verdes e minha alma purificada...
não tardes que meu amor esta aceso e meu corpo esta vibrando
e de vibrar assim não me contento com meu lençol vazio...e nem com a companhia de meu smartphone....
venha anjo meu...amor meu....não tardes e não se perca no caminho.
meu sexo será tua alegria essa noite e minha poesia se reviverá nos gestos de minha lingua em tuas nadegas...
venha meu amor...e não tardes...que hoje te quero... 
que hoje te amo e te chamo...não tardes.