sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

III

Flor bela de um jardim sem nome.
Em meio a flores apáticas, anêmicas, e sem vida, a única que brilhava com resplendor e ternura
Não via dor nem sepultura..
a todos amavam sem medo
Num doce suspiro de poesia.
Saudades da rua de minha infância,  
onde tudo era possível,  
Onde tudo era real.

Saudades  :(